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SEITAS RELIGIOSAS

Segunda-feira, 26.07.10

Por vezes, dou por mim a pensar que poder de sedução têm pessoas como Francisco Leitão, o alegado homicida de Torres Vedras para levar um maralhal de gente a segui-lo cegamente e a acreditar nas suas histórias, historinhas e historietas, algumas das quais tão bem engendradas que até tiveram direito a truques de ilusionismo.

 

Apesar do fenómeno seitas e líderes religiosos pretensamente idolatrados pelos seus seguidores ainda rarear em Portugal, não é caso único. Basta recuarmos alguns anos e recordarmos Maria da Conceição Horta, mais conhecida por Santa da Ladeira (Ladeira do Pinheiro, Torres Novas) e que ao longo de várias décadas construiu um vasto império graças às supostas curas milagrosas, às suas vidências proféticas e aos seus contactos com altas divindades.

 

No entanto, em países desenvolvidos como os EUA não são raros os casos em que milhares de pessoas aderem a seitas religiosas que profetizam o fim do mundo e que, posteriormente, perpetram suicídios colectivos (algumas das vezes, suicídios a puxarem para o homicídio).

 

Afinal, o que levam estas pessoas a seguir tão cegamente estes indivíduos? A vontade de se destacarem dos seus pares, o desejo de darem um novo rumo à sua vida ou, simplesmente, a necessidade, de serem conduzidos porque eles próprios são incapazes de conduzir as suas vidas?

 

Não sei. Desconheço por completo a resposta. Acredito apenas que é preciso alguém ter um espírito e uma mente demasiado perturbados para se deixar levar por este tipo de histórias, historinhas e historietas.

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publicado por Criatura da Noite às 18:28


2 comentários

De T. a 30.07.2010 às 22:44

Sabes que digo? Os gays é que vão pagar com esta treta toda...Ele não há dia que no correio da manhã, não se leia notícia do género. Gay para aqui, gay para acoli. Má publicidade!

De Criatura da Noite a 28.08.2010 às 21:33

Concordo inteiramente contigo. Se esta história não envolvesse um indivíduo com tendências homossexuais, falava-se disto uma vez e o caso era arrumado de vez.

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