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HÁ COISAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? (Parte I)

Sábado, 04.12.10
Um destes dias, enquanto fazia zapping pelos canais de televisão deparei-me com duas situações, no mínimo, caricatas.

A primeira estava relacionada com o julgamento e condenação a 13 anos de prisão de um empresário de Leiria que em 2009, matou a tiro um indivíduo que entrou nas instalações da sua empresa para furtar gasóleo.

Segundo o acórdão do tribunal, ficou provado que o empresário abateu o ladrão à queima-roupa, depois deste ter sido detido pela GNR.

De facto, começa a tornar-se cada vez mais evidente que aos ladrões, violadores, assassinos e demais corja, aplicam-se medidas de coacção e condenações (quando não são absolvidos) irrisórias, enquanto que às pessoas honestas que vivem do seu trabalho árduo, se esfalfam a trabalhar e no fim de tudo isto vêm o seu património delapidado por um bandalho qualquer, aplicam-se penas pesadíssimas como se estes fossem os verdadeiros criminosos.

Alguns defensores dos direitos humanos poderão alegar que o empresário leiriense não tinha o direito de abater o homem após a detenção deste pelas autoridades. Até aqui, nada a apontar. No entanto, levanta-se uma outra questão muito simples: que direito tem um juíz de enviar um indivíduo para casa, depois de se provar que este roubou, violou ou assassinou?

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publicado por Criatura da Noite às 16:20