CRIATURA DA NOITE
Se procura um espaço onde abundam as pseudo-análises político-sociais com um ligeiro travo de ironia e sátira política de alguém que não percebe nada disto, chegou ao sítio certo!
MAIS UMA VEZ, OS CASAMENTOS HOMOSSEXUAIS
Domingo, 26.07.09
A Comissão Nacional do PS aprovou, este fim-de-semana, as bases do programa eleitoral do partido para as próximas legislativas.
Entre as principais bandeiras políticas está a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, numa clara tentativa de chegar ao eleitorado de esquerda.
Depois do PS chumbar, categoricamente, a proposta de lei do BE no último mês de Outubro, resta saber se esta não será mais uma das promessas de José Sócrates que 'cairá em saco roto'.
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4 comentários
De Nuno Ribeiro Ferreira a 13.08.2009 às 20:20
http://ooitoeooitenta.blogspot.com/
Não sei se cairá em saco roto, mas sou um dos que vai votar no PS, na esperança que cumpram o que dizem, e digam depois o porquê se não cumprirem.
Bom blog. :)
Não sei se cairá em saco roto, mas sou um dos que vai votar no PS, na esperança que cumpram o que dizem, e digam depois o porquê se não cumprirem.
Bom blog. :)
De Criatura da Noite a 20.08.2009 às 17:59
Antes de mais, agradeço o elogio.
Devo confessar que partilho a mesma expectactiva que o Nuno. Na verdade, o meu voto está cada vez mais direccionado para o PS, sobretudo, por causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Espero não me desiludir.
Devo confessar que partilho a mesma expectactiva que o Nuno. Na verdade, o meu voto está cada vez mais direccionado para o PS, sobretudo, por causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Espero não me desiludir.
De Tiago a 30.08.2009 às 17:29
Neste caso nada melhor que esperar para ver.. Não será fácil ser aprovado, vai haver muitas resistências .
De Criatura da Noite a 05.09.2009 às 15:52
Sim, não se avizinham tempos fáceis relativamente a este assunto. Em caso de aprovação da lei na AR, também teremos de contar com o veto do Presidente da República, pelo menos, a avaliar pelo que aconteceu com a lei das uniões de facto.